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Comprar remédios na CAASP é mais mais vantajoso

Começou a valer no dia 31 de março novo aumento no preço dos remédios. Os reajustes, aprovados pelo Governo Federal, serão de 2,09%, 2,47% ou 2,84%, a depender do medicamento. O maior índice vale para os produtos com mais concorrência, como os genéricos. Apesar de os aumentos serem pequenos se comparados com a inflação de 2017 (2,95%), qualquer adição no preço de um produto essencial, num momento de desemprego alto e de incertezas sobre os rumos da economia, representa um impacto importante no orçamento familiar. Em tal cenário, a política de preços praticada nas farmácias da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo, que contempla a venda de medicamentos a preço de custo, torna-se, mais que oportuna, fundamental.

A vantagem financeira do advogado ao comprar medicamentos nas lojas da CAASP foi averiguada pela reportagem no último dia 4 de abril, quando apuraram-se em outras drogarias do centro de São Paulo os valores promocionais dos medicamentos mais procurados, comparando-os aos preços praticados nas 42 farmácias da Caixa de Assistência.

Na ocasião, a Atorvastatina cálcica, em embalagem com 30 comprimidos (10mg), custava em duas das drogarias mais populares do centro paulistano R$ 41,11 e R$ 29,00. Na CAASP, o mesmo produto saía por R$ 16,06. O valor do Diclofenaco sódico (50mg), por sua vez, reduz-se de R$7,90 e R$ 6,55 para R$ 5,16 em favor da CAASP. Nimesulida (100mg) era vendida na Caixa de Assistência por R$ 4,42, enquanto nas duas drogarias pesquisadas seu preço era de R$ 9,90 e R$ 6,60. O valor do Paracetamol (750mg) era de $12,90 e R$9,00 nas duas farmácias sondadas. Na CAASP, saía para o advogado por R$ 4,02.

Mesmo no caso de medicamentos de alto custo, a CAASP também se apresenta como a opção mais viável para o bolso dos advogados. O pai da advogada Simone Queiroz faz uso contínuo de um desses medicamentos. Ela conta que em outras redes o remédio custa em torno de R$ 280,00. Na CAASP, sai por R$ 226,00. “Ao longo dos meus 10 anos como advogada, a CAASP me ajudou a poupar alguns milhares de reais”, comenta.

"Eu sou o tipo de pessoa que faz pesquisa de preço e eu sempre constato que os preços daqui são mais baixos que o da concorrência. Por exemplo, um medicamento para diabetes do tipo 2, de uso contínuo, que na farmácia da CAASP custa R$ 360,00, na concorrência, está R$ 430,00”, observa Valéria da Silva Nunes, destacando ainda o diferencial de pagamento que a entidade possibilita aos inscritos na OAB-SP: “Temos aqui a vantagem de parcelar a compra em até cinco vezes, quando na concorrência o máximo são três vezes”.

Embora o reajuste dos remédios já esteja em vigor, a efetiva mudança de preços nos cerca de 13 mil medicamentos disponíveis no mercado pode ser gradual, dependendo da estratégia comercial dos estabelecimentos – o varejo costuma aumentar os seus estoques para manterem por algumas semanas o preço antigo ou praticando preços diferentes entre suas lojas. Um produto vendido sem reajuste numa determinada loja é compensando por outra, onde o mesmo produto é vendido já com reajuste, por exemplo.

São por essas estratégias também que, ocasionalmente, determinados medicamentos podem estar mais caros na CAASP em comparação com outra farmácia. Ainda assim, nenhum varejista farmacêutico concede aos seus clientes as mesmas vantagens que a CAASP proporciona aos advogados, oferecendo todos os produtos – de A a Z – por preço de custo, não agregando quaisquer gastos indiretos, como com a manutenção das instalações e pessoal. Assim constatou o advogado Claudinei Celestino. “Em emergências, quando tenho que recorrer as drogarias comuns percebo as disparidades de preço entre elas e a CAASP. Aqui, os medicamentos saem mais em conta”, disse Celestino.

Toda a economia gerada nas farmácias e também nas livrarias da CAASP pode ser acompanhada pelos advogados em tempo real via Econômetro, dispositivo espalhado por meio de monitores de TV em todas as Regionais e Espaços CAASP. A consulta também pode ser feita pela internet, em www.caasp.org.br/Econometro. Em 2017, o total economizado pela advocacia, de janeiro a dezembro, bateu a casa dos 57,4 milhões de reais. No final da tarde do dia 4 de abril de 2018 o dispositivo já marcava R$ 12,9 milhões, em mensuração iniciada no dia 1º janeiro.